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Mostrando postagens de agosto, 2011

Bolitas cor de mar e pérolas preciosas.

Bolitas cor do mar direcionaram a mim, eu suspeito que tenha sido para mostrar aquelas pérolas. Entender? Eu? Jamais. Sinto-me insegura de mim, por outra vez segura por si, de si, você, de você, de ti. Insegura por amar bolitas cor-de-mar e pérolas preciosas. Ah, essas pérolas, que eu daria tudo para que fossem minhas ou que existissem - aparecessem - por mim. Talvez a insegurança da segurança que juntou os dois, juntou o segundo com o primeiro, me trouxe um só. Um só elemento completo por me completar. Seguro por me assegurar. Completo por dar algo que nunca tive esperança de dar antes, algo que supostamente seria só meu por toda vida. Compartilhei o órgão mais implícito de meu corpo com aquelas bolitas cor de mar. Doei aquilo que pouco tenho longe daquelas pérolas, não sei... Já ouviste falar de esperança? Então... Ela desaparece às vezes. É só comigo? Seria tão rude em não perceber que aquelas bolitas cor de mar e aquelas pérolas preciosas não tivessem o sentido relacionado a mim.

Talvez pudesses, só meu.

Estaria perdida em traços envolventes. Em cavernas obscuras e desconhecidas. Encontrar-me-ia em mantos de seda, em suspiros e melancolias. Se tu ouvisses o que teria a lhe dizer talvez tu não acreditarias, porém incluo minhas falas carregadas de sentidos carregados de amor. Talvez de dor. Tu descobririas que tudo pode ser disfarçado, basta apenas um bom ator. Não acreditarias no que te dissesse, pois sempre houvera acreditado no simples e no comum. Não acreditarias que o infinito coubesse em mim, embora mentira fosse, pois tal amor, ou dor, nem cabe em mim, quem dirá o infinito que possui amores, ou dores, de pessoas de muitas partes do mundo. Desconheceria o caminho, pois ele não faria sentido, te encontraria na metade, e tu acreditando em mim, acreditando em meus sentidos. Talvez pudesses me responder, depois de caminhar por quilômetros e ver extensas áreas cobertas de sentidos desencontrados e despercebidos, ignorados. Talvez pudesses acreditar no que eu sentia e pudesses sentir o