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22 de outubro de 2011

Não desisti, não.

Saberia distinguir um pesadelo com você,
Saberia esquecer de te esquecer. 
Saberia por tudo atrever-se de propósito, 
Sem demonstrar tal sentido de porquê. 

Quem sabe o mundo ajudasse,
Quem sabe eu conseguisse.
Quem sabe eu tentasse, 
Mas espero amanhecer. 

Quando escurecer pode ser tarde, 
Mas vou lembrar de não me perder. 
Vou lembrar de coisas que não vivi e sentir saudade, 
Saudade de ter você. 

O dia vem, trazendo consigo outra chance, 
Não vou desistir agora, vou seguindo adiante. 
Sigo o caminho, parecem pegadas no chão, 
O vento veio e esculhambou meu coração. 

Queria estar aí agora, 
Mas meu pé ficou preso no chão.
 Há horas meus passos estavam lentos, 
Há horas insistentes em vão. 

Parece que meu corpo nega a felicidade, 
Felicidade de te ter em mãos. 
Parece que nega sua essência, 
Sua razão e sua motivação. 

Porém me encontro na sua frente, 
E te digo não me deixes por favor.
 A areia prendia meus pés
O vento esculhambava meu coração, 
Meu corpo era contra nós, 
Mas eu não desisti de você, não. 

Este "poema" eu escrevi faz algum tempo, mas estava entre meus rascunhos e resolvi postar ele aqui.

2 comentários:

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